
27 fevereiro 2008
25 fevereiro 2008
19 fevereiro 2008
A amizade em O'Neill, e não só
Amigo
Mal nos conhecemos Inaugurámos a palavra «amigo».
«Amigo» é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
«Amigo» (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
«Amigo» é o contrário de inimigo!
«Amigo» é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada.
«Amigo» é a solidão derrotada!
«Amigo» é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O’Neill, in No Reino da Dinamarca
Mal nos conhecemos Inaugurámos a palavra «amigo».
«Amigo» é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
«Amigo» (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
«Amigo» é o contrário de inimigo!
«Amigo» é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada.
«Amigo» é a solidão derrotada!
«Amigo» é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O’Neill, in No Reino da Dinamarca
14 fevereiro 2008
Parabéns!!!
04 fevereiro 2008
As 7 maravilhas do Mundo

Sete? Não. Oito. Oito maravilhas tem o Mundo!
E a oitava foi-me dada a conhecer no Sábado passado.
Estou a falar da fabulosa, da magnífica, da incomparável Mousse de Chocolate da minha amiga Patrícia!!!
Vocês sabem o que é sentir o prazer, pouco a pouco, apoderar-se da nossa alma, à medida que vamos sorvendo aquela delícia?
Não. Poucos devem saber o que isso é.
Tamanha iguaria só pode ser de outro planeta. Talvez trazida das estrelas por antigos deuses como uma dádiva à humanidade, que a partir daí ganhou o sentido no palato.
E foi esta Mousse que me fez ficar acordado, às quatro horas da manhã, rapando uma taça de vidro e lambendo os dedos até à exaustão.
Patrícia, nunca deixarás de nos surpreender, com o teu sorriso, com a tua alegria de viver, numa realidade que por vezes teima em nos roubar as cores da nossa infância.
Viva a Patrícia! Viva a sua Mousse de Chocolate!
Ah, já me esquecia. O Dionísio bateu as claras…
E a oitava foi-me dada a conhecer no Sábado passado.
Estou a falar da fabulosa, da magnífica, da incomparável Mousse de Chocolate da minha amiga Patrícia!!!
Vocês sabem o que é sentir o prazer, pouco a pouco, apoderar-se da nossa alma, à medida que vamos sorvendo aquela delícia?
Não. Poucos devem saber o que isso é.
Tamanha iguaria só pode ser de outro planeta. Talvez trazida das estrelas por antigos deuses como uma dádiva à humanidade, que a partir daí ganhou o sentido no palato.
E foi esta Mousse que me fez ficar acordado, às quatro horas da manhã, rapando uma taça de vidro e lambendo os dedos até à exaustão.
Patrícia, nunca deixarás de nos surpreender, com o teu sorriso, com a tua alegria de viver, numa realidade que por vezes teima em nos roubar as cores da nossa infância.
Viva a Patrícia! Viva a sua Mousse de Chocolate!
Ah, já me esquecia. O Dionísio bateu as claras…
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