07 julho 2009

"O silêncio dos gritos"


Palavras cantadas pelo Pedro Branco, 6ª Feira, 10 de Julho 2009 no Restaurante "O Bispo", no Seixal pelas 21,30 horas.
10 poemas, 11 canções e os sabores da boa gastronomia naquele que se vai tornando o melhor espaço cultural da margem Sul.
Não faltem á união das palavras!!!

03 julho 2009

A noite e o Fado

Domingo, 5 de Julho 2009 no Qlub71 em Queluz

- Pedro Moutinho

Ceia de Bacalhau á Espiritual e outras vitualhas - 10 Euros por pessoa

Só mesmo no Qlub71!!!!

Aproveitem!!!!

15 junho 2009

Toma lá, dá cá




É altura de darmos um pouco a quem nos tem dado tanto.

25 de Junho 2009 - 20H00 Taverna dos Trovadores - S.Pedro de Sintra

Não Faltem!

03 junho 2009

Lembram-se dele?


Espero bem que sim !

13 maio 2009

Boato

Boato é o nome do último disco de JP Simões.
Teatral, belíssimo nas letras e nas interpretações ao vivo.
Um disco de coragem!
Ouçam-no. É imprescindível!

Aqui deixo uma das melhores definições de "cantiga" e que se pode ver no MySpace do autor.

"Caros amigos:

Aproveito esta brecha de espaço público mais respirável para agradecer a quem tem suportado e aplaudido amavelmente as minhas canções desnaturadas
–é provável que se trate maioritariamente de gente doente ou prestes a adoecer, mas ainda bem pois é nas situações de excepcional virulência que eclodem as tão necessárias mudanças genéticas de que a humanidade anda sempre necessitada.
Uma canção, como vocês sabem, não serve para nada: não é nenhuma arma, nem nenhum panfleto e muito menos uma prescrição ou um diagnóstico do que quer que seja (tudo isso são desculpas esfarrapadas e sobreutilizadas numa cultura de utilitarismo aváro): uma canção é uma narcísica tentativa de reparação espiritual através do exorcismo paliativo da música e do frágil enredo da língua: um conjunto de canções como este representa uma série de sinais e cicatrizes num corpo vago a que chamo o meu tempo: não tenho pressa em saber qual o seu desenho definitivo, nem me compete fazê-lo. Uma pessoa constrói-se dentro das outras em forma de boato, de suspeita não certificada, cujo destino será mais o da conveniência do portador do que do remetente (e ainda falam em gestão de imagem, pobres crédulos!): de resto, devo acrescentar carinhosamente para quem lhe merecer o sentido, a sábia conclusão do meu amigo André Moitinho de Almeida:

Nunca nos apanharão vivos! "


PS: Obrigado Charrazito!