04 julho 2008

Matar saudades

Há uns anos, ao recomeçar o Jogo do princípio, na casa de partida, sabia que iria pagar um preço alto, demasiado alto, por essa minha decisão. Deixaria de poder participar na vida de pessoas que me são muito queridas. De as ver crescer, e partilhar sonhos alimentados por uma cumplicidade espelhada nas brincadeiras e aventuras, na comunhão de vivências de que é feita a vida.
Alem da minha filha, falo dos meus sobrinhos, Pedro e Mariana.

Ontem matei saudades, e fui jantar com eles.
E vi como cresceram. Como estão lindos, e como sentem a mesma falta que eu sinto.
Ofereceram-me um livro. Dentro tinha uma pequena dedicatória, escrita por cada um deles. Avivaram-se as mágoas no coração ao lê-las. Suavizaram-se as dores no orgulho de um tio que continua a amá-los e que jamais os esquecerá.

Beijos meus queridos!







8 comentários:

A CONCORRÊNCIA disse...

Também tenho saudades deles Amigo, também fui castigada vá se lá saber porquê.

Rogério Charraz disse...

O tempo cura tudo, pelo menos eu gosto de acreditar nisso...

JC disse...

Também não dramatizem, eles sabem que são amados, e não nos esquecem.

Digo eu

JC disse...

Também não dramatizem, eles sabem que são amados, e não nos esquecem.

Digo eu

MisteriosaLua disse...

Há coisas que não quebram...

Nanda disse...

A distância não quer dizer ausencia das nossas vidas. Há passos que se têm de dar para andar para a frente, deixando pessoas e coisas para trás. Umas esquecem-se mas outras nunca sairão da nossa memória e do nosso coração. Acredita que esse é o caso e que muitos encontros desses irão acontecer. Bjs

Maria disse...

É sempre bom suavizar as mágoas do coração. É sempre bom dar um abraço, desses.
Trouxe beijos e abraços soteropolitanos para todos.
(fitinhas do senhor do bonfim também..)

Até sexta, ou sábado, ou...

Um abraço

Pedro borges disse...

Que nunca duvides do carinho e sentimento que temos por ti..um tio é sempre um tio, e tu és muito mais que isso!Beijos grandes