18 maio 2007

Naia, tal e qual...

... até o bicho da seda e o homem das abreviaturas que não gosta delas porque personaliza os contactos e já percebi que é demasiado afável para perceber que o nome próprio é como um beijo na boca - só se dá quando e a quem se ama! De resto apenas se faz o que se tem a fazer ... beijos só na boca de quem se trata pelo nome próprio e se inventa o diminuitivo.

7 comentários:

Mar e Serra disse...

Boa noite
Venho agradecer a tua visita ao meu blog e os teus simpäticos elogios.

daqui da Alemanha envio um beijinho com muito carinho e desejo de boa semana

Rogério Charraz disse...

Só para esclarecer que não é o "homem das abreviaturas" mas o "miudo das abreviaturas". E como tal, de beijos na boca percebo pouco...

Micas disse...

Acho que este texto tem código ;D)) mas tens toda a razão...beijos na boca só se dá a quem se ama :)

Beijinho e boa semana

ora&labora disse...

total concordância com a filosofia do nome próprio! e afins...

às vezes tem que se fazer o desenho e este é de bom efeito - compreenda-se !

em «Romeu e Julieta» - não o bailado mas o belíssimo e propriamente dito romance! - Julieta confidencia a uma aia, depois de conhecer Romeu, que se sentia apaixonada mas que não gostava do nome

ao que a aia lhe respondeu: acaso a rosa perderia a sua fragrância se não se chamasse rosa?

ou seja, o nome não importava ...

também para São Tomás de Aquino o nome podia ser um número - ou assim ...

mas cá para mim, o nome tem um valor especial e inalienável

por isso, vai letra, ao jeito de poema engraçado que circula na internet:

Recuem verso e prosa
Cedam teoria e fé
Se aroma, cor e flor
São rosa
Também seu belo nome o é !

Anónimo disse...

Sr Perdigão,

afinal a corrente de água era forte e estava submersa e destroi a arquitectura do tempo em que os castros foram submersos e apenas procura agora a brisa suave, lenta e quente... Qual o casulo de semelhante obra? Que trabalho de obreira ou guerreira tenta renascer a fenix do corpo em cinzas que a brisa leva e traz e transforma?

Terão sido os seus miudos? O dos beijos sem beijos que não sabe o que são foi até porque ainda anda a imprimir e a ler aos bocadinhos... quando cá voltar já nem há borboletas e o inverno obriga ao fato completo... O Sr Perdigão também não foi e (confesso) está a intrigar-me porque para intrigas bastava eu....

Mas Naia Castro (orgulhosamente e há apenas uma pessoa que irá entender porquê orgulhosamente...) agradece!

Só um P.S. Tomás teve que esperar Teresa. Teresa veio com uma mala muito pesada e teve que atravessar o rio. Aquino teve que esperar Agostinho e Agostinho foi a brisa da teologia e a reconciliação dos homens entre os homens e dos hoemns com Deus. Et Dominus et unum.

Uma vida qualquer disse...

Boa actuação (e cuidado com as agulhas), bom feriado, bom fim de semana, bom Santo António e boas férias para mim que me voy al pueblo.
Besos

Rogério Charraz disse...

E cadê as fotos?!